sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Assembleia de Deus: Calvinismo e Arminianismo em disputa?


Não é de hoje que a marca principal das AD's pelo país são a falta de instrução teológica e o alto empenho nas experiências místicas pessoais, mesmo com grandes expoentes desse movimento sendo promotores do estudo da Palavra e tenham criados importantes órgãos de ensino para o pentecostalismo clássico.

Mas, ao que parece este conceito de anti-intelectualismo esta sendo deixado de lado e posto no esquecimento. Me refiro a crescente onda de publicações de linha reformada que nos últimos anos  foi posta no país pela CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus), principal veículo de doutrinação Assembleiano, e recentemente ao reavivamento da doutrina arminiana, pregoada pelo movimento, em seus arraiais.

Duas demonstrações desse fenômeno são as publicações de dois assembleianos de peso: Silas Daniel, arminiano, e Geremias do Couto, calvinista. O primeiro acaba de publicar um artigo na revista Obreiro Aprovado sobre as raízes teológicas histórica em que expõe o que seria o verdadeiro arminianismo, o segundo posiciona-se no cenário nacional como um calvinista convicto e resoluto.

Leia algumas notícias a respeito:

Assembleiano e calvinista convicto: uma entrevista com Geremias do Couto

Arminiano de coração e intelecto: uma entrevista com Silas Daniel

Sobre meu artigo `Em Defesa do Arminianismo´

 

domingo, 25 de janeiro de 2015

Uma Palavra às Regentes de Conjuntos Infantis: Desperta, Jovem(!)

by Desperta Jovem


"Quero ser como criança, te amar pelo que és..."

É uma canção muito bonita, quando cantada com sinceridade por adultos. Mas não faz qualquer sentido essa canção na boca de CRIANÇAS! É totalmente descabido uma criança cantar dizendo que quer ser como criança e "voltar a inocência...". Pelo amor de Deus! Culpa das crianças? Não. Mas dos adultos para quem falta muito bom senso.

Regentes de conjuntos infantis, revejam o repertório que vocês têm levado para os pequeninos! Letras difíceis, sentidos complexos, expressões incoerentes com a infância, léxicos (palavras) não adequados para crianças... Tudo isso é também parte de um fenômeno secular que tem vitimado nossas crianças, roubando delas a sua infância. Este fenômeno chama-se "ADULTIZAÇÃO". São os adultos impondo seus costumes, seus vícios, sua cultura para infantis criaturas, violentando-as para que não sejam o que são, mas o que queremos que elas sejam.

Em meu tempo de infância, como eu ficava feliz (minha mãe muito mais) cantando “Fico feliz em vir em tua casa, erguer minha voz e cantar: Aleluia!” ou “Vamos louvar a Jeová com pandeiros e palmas...” (e outros clássicos de Turma do Barulho) ou “Alguém me perguntou se Cristo vai voltar, a resposta foi aquela que na Bíblia escrita está: Ele voltará...”. Eram músicas com letras simples, rimas fáceis, ritmo alegre e muita paixão de criança! Mas, o secularismo influenciou a igreja em seu repertório e lamento que, mesmo bem intencionadas, nossas líderes infantis errem por querer que as crianças cantem aquilo que os adultos não cantam. E hoje, as músicas cantadas por nossas crianças – não pela música em si, mas pela inadequação dela na boca dos infantis – estão ficando chatas visto que incoerentemente suplantaram a alegria e a singeleza dos pequeninos. Música boa pra criança é aquela que elas nem precisam segurar hinários, porque já decoraram tudo e ficam com as mãos livres para louvar a Papai do céu com palmas e o rosto erguido para sorrir bastante para os amigos do lado!!!

E pastores, pelo amor de Jesus Cristo, orientem suas lideranças! Afinal, a missão do pastor não é só dirigir culto nem comprar bancos pra igreja ou fazer campanha pra pintar paredes. O bom pastor discipula, instrui, ensina, orienta, alimenta... suas ovelhas! Ensine a igreja que quando somos meninos temos que falar como meninos, pensar como meninos e agir como meninos (1Co 13.11). Jesus gosta das crianças que são crianças (Lc 18.16)

[P.S.: Talvez quando nossas crianças cantem "quero ser como criança, voltar a inocência..." ou coisas parecidas impostas pelos adultos, elas estejam de fato reclamando seu direito de ser criança! Nós adultos é que não estamos percebendo isso. E esta música que citei é apenas um exemplo dum largo repertório que poderíamos citar aqui...]


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Estudando as Doutrinas da Bíblia: Projeto de Formação em Teologia Sistemática


Não creio que Deus deseje que o estudo da teologia resulte em confusão e frustração. Sendo assim, tentarei expressar as posições doutrinárias deste blog de modo claro e mostrar em que parte das Escrituras encontrei provas convincentes para elas.

Penso que não estarei fazendo nada além de ser honesto para com os leitores deste blog ao apresentar no começo as minhas próprias convicções com respeito a certos pontos que são objetos de debates dentro do cristianismo evangélico. Sou comprometido com uma visão conservadora de inerrância bíblica, bem de acordo com a "Declaração de Chicago" do Congresso Internacional sobre Inerrância Bíblica, e com a posição reformada tradicional a respeito de questões relacionadas com a soberania de Deus e com a responsabilidade do homem, a extensão da expiação e o problema da predestinação. De acordo com a visão reformada, sustento que as pessoas realmente nascidas de novo nunca perderão sua salvação. Com respeito à relação entre homens e mulheres, defendo uma visão que não é nem tradicional nem feminista, mas "complementarista" - isto é, que Deus criou o homem e a mulher iguais em valor e personalidade e iguais no fato de ambos serem dotados da imagem divina, mas tanto a criação como a redenção indicam alguns papeis distintos no casamento e na igreja. Sobre o governo da igreja, defendo uma forma congregacional modificada, com pluralidade de presbíteros em cargos de liderança. Defendo uma visão batista do batismo, segundo a qual os que fizeram uma profissão de fé pessoal digna de crédito devem ser batizados. Sustento que "batismo no Espírito Santo" é uma frase que se aplica melhor à conversão e que as experiências posteriores são mais bem designadas pela expressão "ser cheio do Espírito Santo"; além disso, proponho que todos os dons do Espírito Santo mencionados no Novo Testamento ainda são válidos hoje, mas "apóstolos" é um ofício, não um dom, e esse ofício não existe mais. Sou pré-milenista pré-tribulacionista, pois creio que a segunda vinda de Cristo pode ocorrer a qualquer dia e precederá o milênio - isto é, marcará o começo do reino milenar de Cristo, de paz perfeita sobre a terra - e se dará antes da tribulação - ou seja, há cristãos que não passarão pela grande tribulação.

Isso não significa que ignoro outros pontos de vista. Onde há diferença doutrinárias, dentro do cristianismo evangélico, tentarei representar outras posições com imparcialidade, explicar por que discordo delas e fornecer referências das melhores defesas disponíveis das posições opostas. (Se falhar em representar uma visão oposta de modo exato, apreciarei comentários e emails de qualquer pessoa que sustente essa posição; pessoalmente, penso que muitas coisas estão em formação em mim ainda, por isso, há possibilidades de haver correções em meus escritos num ou noutro post para este blog!!). [adaptado do Prefácio de Teologia Sistemática: Atual e Exaustiva, de Wayne Grudem]


Como Projeto de Formação para futura graduação em teologia, colocarei referências neste post das matérias elaboradas a respeito das convicções apresentadas aqui, atualizando de ano em ano o link para que fique sempre ativo até minha meta. Começo em 20 JAN 2015 com perspectiva de chegar aos 30 anos (2019) com boa parte daquilo que percebo através das Escrituras, e do relacionamento com o Deus Único e Verdadeiro, juntado de forma coerente e sistemático.


domingo, 18 de janeiro de 2015

O Vinho Novo é Melhor ou como confundir ênfases teológicas



Comecei a ler este livro por ter amigos próximos que comentaram como sua vida de fé fora transformada após sua leitura, como sua fé fora avivada e o que esperavam agora de sua caminhada cristã. Durante os excertos que farei sobre as passagens mais emblemáticas do livro comentarei uma coisa ou outra, deixando para o final mesmo minhas conclusões.

Comecemos pela ênfase que o próprio autor faz de seu livro: "a vida não precisa ser a entediante monotonia de fazer as mesmas velhas coisas dos mesmos velhos modos, todos os dias... Isso se você estiver disposto a arriscar-se a viver pela fé." (p. 15); e, o que expressou W. Blane Amburgy, "é um livro que desvenda o segredo da fé (...) e como ela opera em seu benefício, caro leitor.", junto com o comentário de Pat Robertson, "encontramos em Robert Thom uma conjugação do autêntico tesouro celestial com um autêntico vaso de barro."

Ele começa contando sobre um jejum que realizou para Deus prover a necessidade financeira de um projeto e conclui com o seguinte pensamento : "Fim um pacto com Deus de louvá-lo o dia todo, e a minha necessidade será suprida, porque Deus é o louvor de Israel." (p.17). Continua com suas experiências e fala de quando era beberrão e praticamente destruiu a família com isso, conta a possível transformação que Cristo operou não o permitindo embriagar-se mais independente da quantidade de bebidas ingeridas. Nada de muito interessante vem das experiências contadas, mas em certo ponto uma fala marca e deixa algumas dúvidas sobre as inclinações teológicas do autor: "quando você oferece uma dívida a Deus, a sua dívida se torna uma dívida dele, e Deus sempre paga suas dívidas!" (p.68).

Após algum tempo na congregação que ele aceitou a Cristo e passou a frequentar, há um comentário interessante: "Eu havia descoberto que uma das doutrinas continuamente enfatizadas na Missão (da África do Sul Fé Apostólica) era a da cura divina." (p. 69). Esse pensamento é expresso para ressaltar a experiência de cura dele, bem depois no livro, durante, de uma asma que o afligia há vários anos. Durante este episódio de espera por cura da asma ele tem um desejo de ser o novo "John G. Lake", pregador pentecostal com ministério focalizado em curas e batismo no Espírito Santo, e usa o texto de MARCOS 11.23 para justificar que quando uma pessoa crer em qualquer coisa ela pode obter: "A promessa era tão grande que fez minha cabeça girar. 'Senhor', orei, 'se ninguém mais, nesta cidade, fez esta Bíblia ter vida desde que John G. Lake aqui esteve, permite-me, então, ser o primeiro a fazê-lo!'" (p.70-1).

Há um comentário do próprio autor sobre o que seria a experiência do batismo no Espírito Santo: "De repente, fui tomado pelo Espírito. Era algo estranho, algo assim como uma experiência 'fora do corpo', quando meu espírito parecia estar vendo dentro de outra esfera." (p. 79). A partir daí ele conta umas visões que teve, nada tão sensacional, mas sensacionalista. Há o relato dos dons que ele recebeu após ser batizado: fé, cura, profecia, conhecimento, línguas. Após outra visão há o relato do que se parece com o movimento de Benny Hinn, risos e louvor (p. 81).

Prosseguindo a leitura há um conflito interessante sobre a realidade da fé e os resultados imediatos (p. 84), o que se parece muito com o evangelicalismo moderno em sua ênfase absurda no imediatismo sobrenatural.

Ao que me parece a "chave hermenêutica" que impera a ideologia de todo o escrito está em HEBREUS 11.1, segundo o autor, "isto se tornaria o princípio-chave da emocionante vida de fé que Deus havia traçado" (p. 85).

Num momento em que ele "declarou a fé com ousadia" (p.86-7) ele se vira em oração silenciosa e diz: "Senhor, se falhares comigo agora, nunca mais falarei contigo". Pensei nos momentos em que ouvia alguns afirmarem poderem colocar Deus "na cadeira" e reivindicar cumprimentos de suas conclusões.

Num episódio de "risos no Espírito" ele conclui estar "ébrio do Espírito" (p. 99-100).

No seu chamado para o ministério integral há uma clara confusão sobre o que é secular e o que é religioso e quanto as formas de Deus manifestar-se na história humana. Como o próprio autor comenta, “quão facilmente as pessoas podem enganar-se no que diz respeito à orientação. (…) muitas pessoas correndo atrás de sombras e cometendo sérios enganos” (p. 113).

Penso, aqui, que o problema real na leitura é que há uma mistura de experiências comuns a todo crente em Deus com subjetivações de movimentos diversos na espiritualidade cristã, e o que muitos esperam ter ao dedicar suas vidas a Cristo.

Chegamos na parte da cura da asma, em um empolgante episódio de declarações e reivindicações (p. 122-9). Durante as falas lembrei de algo que aprendi: se você fala muito com Deus, orando, você é um bom cristão; se ouve a Deus, através da Bíblia, você é um bom leitor bíblico... agora, se ouve a vos de Deus diretamente a você, sugiro que procure ajuda pastoral ou clínica(!). Há o relato grego da visão da morte, na experiência dele de cura.

Há conclusões perfeitas, ao meu ver, como no entendimento do dom “palavra do conhecimento. Se eu compreendia corretamente esse dom, isso envolvia o 'conhecer' certos fatos por divina revelação” (p. 140).

“O grande número de conversões resultou não apenas da pregação da Palavra, mas também dos sinais e milagres que impressionaram profundamente as pessoas com o poder de Jesus”. Pensei automaticamente no que balizava o ministério dos apóstolos.

É interessante, embora originador de muitos problemas hermenêuticos, seu método de preparar sermões: “Simplesmente peço a Deus que me guie à passagem das Escrituras sobre a qual devo falar. Então, leio e releio aquela passagem até ter certeza de compreendê-la profundamente. Isso, mais oração fervorosa pedindo a unção de Deus no ministério dessa passagem, costuma produzir resultados.”

Outra percepção interessante que o autor apresenta é sobre profecia. “aprendi sobre a profecia foi a importância de testá-la. Sempre que eu falava a alguém profeticamente, orientava essa pessoa a agir com cautela. Continuo não acreditando que uma pessoa deva lançar-se afoitamente em alguma forma de ação apenas porque alguém profetizou que ela devia fazê-lo. (…) (1 Jo 4.1). Esperando pacientemente em Deus pela oração e observando calmamente as circunstâncias, podemos discernir quando uma profecia particular será cumprida e se de fato deve ser cumprida. (…) tive uma experiência que me ensinou outra lição acerca do ministério profético: a importância da consideração cuidadosa e da obediência controlada pelo Espírito por parte do ouvinte.” (p. 190).

Com o enredo acima, toscamente organizado por mim, admito, penso nas seguintes consequências: é complicado indicar para qualquer um tal literatura, ao meu ver, ela é a mais bela expressão do neopentecostalismo, com suas ênfases exacerbadas em coisas periféricas e, por mais que desejassem, como no enunciado, glorificar a Cristo, acaba mais exaltando o “vaso de barro”, na linguagem do livro, que o Oleiro Celestial. Há uma forte consideração para a cura, visões e reivindicações que, mesmo com a fala de ministrações mais simples da Palavra, com seus sermões somente orados, acabam nos incentivando a esperar o que não é propósito dos textos bíblicos revelar.

A dificuldade em se encontrar outras matérias relacionadas ao autor é outro fator preocupante, tendo em vista seu suposto envolvimento com a Missão da Fé Apostólica e seu grande ministério na África do Sul, alguns lugares na internet sugerem que o autor seja uma personagem construída e que seus relatos sejam catalogações de ministérios gerais que apareceram naquela parte do continente africano.

Sendo assim, desestimulo a leitura. E, caso seja para aumentar a fé dos leitores, aconselho a que voltemos estudar os próprios relatos bíblicos com comentários de servos da Palavra de quem tenhamos mais evidências históricas e que tenham testemunhos da comunidade religiosa cristã como expositores bíblicos eficazes e não “fazedores de milagres” como o que vi neste livro.


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

As Doutrinas da Graça

Creio que já faça uns 04 anos que fui despertado para o tema da Graça. Ista e como Deus se manifesta na história humana para manifestá-la foram meu suporte para ingressar numa teologia mais robusta e desafiadora, como a é a Reformada.

Este ano, comecei o livro de James Montgomery Boice e Philip Graham Ryken, AS DOUTRINAS DA GRAÇA ("Resgatando o verdadeiro Evangelho"), lançado pela Editora Anno Domini, e já me vejo como no início desses 04 anos. A única exceção é que desta vez não me sinto perdido entre pressupostos, palavra que aprendi apreciar.

Com recomendações de Augustus Nicodemus Lopes e Walter McAlister e contendo 280 páginas este promete ser mais que uma ajuda, necessária, mas um verdadeiro livro de cabeceira(!).

Por enquanto o resumo máximo que dá para se fazer é que, historicamente, o calvinismo protege e dá sentido a muitas doutrinas bíblicas, além de embelezar pontos controvertidos (os quais espero demonstrar, mas só mais a frente!), assim como proporciona melhores armas contra as fortalezas intelectuais, e espirituais, que se opõem ao Senhorio de Cristo Jesus.

 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Comentários sobre Gênesis 1 - Daniel Guanaes

Sabia que entre os estudiosos da tradição hebraica, há quem trate Gênesis 1 como um poema sobre a criação? Aos preocupados, isso não tira a veracidade da narração; só acrescenta beleza a ela.

A Bíblia é uma biblioteca que contém livros que são escritos em diversos estilos literários. Seu primeiro capítulo segue uma cadência de ritmos e repetições que o conferem beleza singular. De fato, como uma poesia.

Veja só:

O que foi criado no dia 4 preenche o que foi criado no dia 1.
O que foi criado no dia 5 preenche o que foi criado no dia 2.
O que foi criado no dia 6 preenche o que foi criado no dia 3.
3 dias de criação. 3 dias de preenchimento. 1 dia de descanso. 7 dias no total.

Em hebraico, o primeiro verso tem 7 palavras.
O segundo tem 14 palavras (7x2). 

No capítulo todo, a palavra “terra” aparece 21 vezes (7x3).
A palavra “Deus” aparece 35 vezes (7x5).
A expressão “e assim se fez” aparece 7 vezes.
E a expressão “viu Deus” aparece 7 vezes.

São repetições rítmicas que dão beleza a um texto que descreve a criação. Padrões de 7 por todo o capítulo.
Justamente 7. O número que, na tradição judaica, representa a perfeição. 

É como se Moisés, ao escrever sobre a origem de todas as coisas, estivesse repetindo: Olha que perfeito! Olha que perfeito! Olha que perfeito!

Sabe qual é o propósito de Moisés? Mostrar que a história é bela desde o seu início. Que o universo é resultado de propósito, de intenção. Que o que alguns pensam ser fruto do acaso, na verdade é uma obra de arte.

Daniel Guanaes

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Revista da EBD para JOVENS da CPAD: 1º/2015 - EU CREIO



Baixe e leia sua revista no seu smartphone ou tablet: EU CREIO - Revelando ao Mundo Suas Convicções Cristãs (Professor

Este ano, como prova de que meu coração continua com o "fogo pentecostal" e minha mente iluminada pela Palavra do Espírito, farei comentários sobre as revistas para EBD da CPAD. Pretendo aprofundar um estudo pessoal quanto a doutrina pentecostal, onde ela está bíblica e onde se distancia do padrão das Escrituras, com o passar do tempo e dos comentários às lições.