quarta-feira, 24 de agosto de 2016

EPP #195 | O QUE SIGNIFICA BATISMO COM FOGO? - AUGUSTUS NICODEMUS

Plenitude do Espírito, batismo com o Espírito e batismo com fogo: qual a relação? Ouça “Em Poucas Palavras” - http://ow.ly/iBI8303wynZ


A EPIFANIA DE ROBERT MURRAY M'CHEYNE

Foto colhida em perfil público de Jônatas Leite retratando o Complexo do Alemão - Rio.
 

Chalmers [mentor de M'Cheyne] ficou profundamente angustiado com a pobreza nas favelas de Edimburgo [Escócia] e por lá haverem tão poucas testemunhas do Evangelho. Ele estabeleceu a 'Visiting Society' e recrutou M'Cheyne e seus amigos para participarem. Isto colocou M'Cheyne em um mundo que ele nunca tinha visto, sendo ele um estudante universitário de classe média alta.

Isto despertou nele um senso de urgência para aqueles que eram carentes do Evangelho. Em 3 de março de 1834, dois anos e meio em seus estudos de Teologia, ele escreveu:

"Com tais cenas eu nunca havia sonhado antes. Por que eu sou como um estranho para os pobres da minha cidade natal? Eu passei pelas suas portas milhares de vezes. Eu admirava as enormes pilhas pretas de edifícios, com suas chaminés altas que quebram os raios do sol. Por que eu nunca me aventurei a adentrar? Como pode habitar o amor de Deus em mim?

Como é cordial a aceitação até mesmo dos mais pobres e mais repugnantes, à voz simpática do Cristianismo! Que solitária massa de seres humanos amontoados, não visitados por um amigo ou um ministro! “Nenhum homem se preocupa com nossas almas” está escrito em cada testa. Desperte minha alma! Por que eu deveria dar horas e dias a mais para este mundo vão, quando há um mundo de miséria às portas? Senhor, coloca Tua força em mim! Confirme toda boa vontade! Perdoe-me por minha longa vida de inutilidade e loucura."


Fonte: O Estandarte de Cristo

 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

DEIXADOS PARA TRÁS - Por Marcos Granconato

O que aconteceria, na prática, se o dispensacionalismo fosse acolhido pelas igrejas?


1. A idéia de que o pastor é o sumo-sacerdote do Israel atual (a igreja), detentor único da autoridade de dar a bênção apostólica, por exemplo, seria deixada para trás e todos entenderiam que a autoridade do ministro se expressa de outras formas, já que todos os crentes são sacerdotes (1Pe 2.9).

2. A invenção de que o crente deve guardar o domingo como o novo sábado do novo Israel seria deixada para trás, dando lugar ao ensino do NT de que, na atual dispensação, a guarda de dias é opcional, dependendo dos escrúpulos pessoais de cada um (Rm 14.5-7).

3. A crença de que os bebês devem ser apresentados no templo (ou seja, os salões das igrejas) como faziam nos dias do AT seria deixada para trás, havendo o entendimento de que essas práticas cerimoniais não pertencem à presente economia. O máximo que os líderes eclesiásticos fariam, se quisessem, seria informar a igreja de que nasceu um bebê no lar de alguém e orariam pela criança.

4. A prática de circuncidar filhos de crentes por meio do batismo infantil seria deixada para trás, pois, sabendo que a igreja não é Israel, ninguém se veria obrigado a circuncidar ninguém. Tampouco forçariam o conceito de batismo para igualá-lo à circuncisão como fazem os eisegetas reformados.

5. A exigência do dízimo seria deixada para trás, pois saberiam que a era da Lei passou (2Co 3.7-11) e que na presente dispensação as ofertas são voluntárias, sendo preservado o princípio eterno de honrar a Deus com os bens, mas não a norma coercitiva de dar dez por cento de tudo.

6. A alegorização das bênçãos materiais prometidas a Israel (Dt 28.1-14) a fim de aplicá-las à igreja seria deixada para trás, pois haveria clara distinção entre Israel e igreja, estando todos os exegetas livres da necessidade de usar métodos de interpretação espúrios para fazer com que tudo se encaixe dentro do seu sistema preferido.

7. A superstição que propõe que os salões de cultos das igrejas são correspondentes do templo israelita, sendo lugares sagrados ou que devem ser consagrados em cultos especiais seria deixada para trás, sendo substituída pelo ensino de que, na nova dispensação, como disse Jesus, "chegou a hora" em que os adoradores adoram o Pai em espírito e em verdade, no templo do coração (Jo 4.21-24), o que de modo algum anula a necessidade do culto público que, aliás, pode ser feito em qualquer lugar.


Isso tudo explica, em parte, porque o dispensacionalismo é pixado com os mais terríveis adjetivos por muitos líderes evangélicos. Admitir sua veracidade implicaria no reconhecimento de erros cometidos há séculos (um golpe muito forte contra o orgulho) e geraria impactos eclesiásticos e denominacionais extremamente profundos - preços altos demais que poucos estão dispostos a pagar.



Fonte: Perfil Pessoal

 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Leitura: A MORTE DA RAZÃO - Francis Schaeffer

Não faz muito tempo, a razão – nossa capacidade de pensar, avaliar – era a base para a busca da verdade. Não é mais. Hoje, o que vale é “o que você está sentindo no coração”. É assim na música, na TV, no cinema, enfim, no mundo das artes, e também na igreja.

Estamos no século 21 e as pessoas continuam correndo atrás de experiências. Abrem mão de pensar. Mesmo os cristãos apresentam um evangelho com pouco ou nenhum significado, cheio de símbolos e emoções, que, cada vez mais, resulta na “morte” da razão.

Como entender uma sociedade assim e comunicar-lhe o evangelho? Como o pensamento e a cultura moderna chegaram até aqui? A Morte da Razão responde a estas e outras perguntas, e, melhor, mostra tanto o propósito como a esperança que encontramos na reflexão bíblica.



Páginas: 104 / Formato: 14x21
Editora Ultimato | ABU Editora
Preço Médio: R$ 31,60
ASSUNTO: Apologética, Arte e Cultura, Liderança, Vida Cristã




PDF DO LIVRO: 



RESENHA: